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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Um presente adaptado pensando num futuro próximo.
Lí este texto no Facebook e comecei a pensar em como anda a minha vida, então reescrevi com algumas leves alterações, adaptando ao meu cotidiano.
Eu ando cansado da procura, dos erros e de valorizar quem não me deu a mínima. Ainda to aprendendo a gostar de mim, sem precisar estar em uma turma de amigos todos os sábados. Decidi que quero um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que traga um sabor doce às minhas manhãs, que seja a melhor companhia para olhar a lua. Quero exibir minhas qualidades em passeios e conhecimento em cervejas, só para ti.
Quero uma mulher que eu reconheça pelo cheiro dos cabelos, pelo toque dos dedos, pela gargalhada que vai ecoar pela casa transformando uma noite de terça sem graça, no melhor dia da semana. Quero viver uma paixão tranqüila e turbulenta de desejos… quero ter para quem voltar depois de estar com os amigos, sem precisar ficar “caçando” companhias vazias e encontros efêmeros. Quero deitar no tapete da sala e ficar observando enquanto você, de pijama, assiste um DVD do Depeche Mode no sofá, quero deitar na cama desejando que tu saia do banho com uma lingerie de tirar o fôlego.
Quero brincar de guerra de travesseiros, até que o perdedor vá até a cozinha pegar água. Quero o poder que nenhum dos seus super heróis da infância tiveram… o poder de amar sem medo, sem perigo e sem ir embora no dia seguinte.
Quero provar que posso fazer você feliz!
Você quase deixou de acreditar que seria possível ter vontade de se envolver novamente. Foram tantas dores, finais, recomeços e frustrações que pensou em seguir sozinha para não mais se machucar. Então percebeu que a vida de solteira já não está fazendo tanto sentido. Decidiu que quer um amor verdadeiro… que pode nem ser eterno, mas que possa acordá-la com um abraço que fará o seu dia feliz, quer um homem que ela possa cuidar e amar sem receios de que está sendo enganada. Quer a alegria dos finais de semana juntinhos na serra ou na praia, as expectativas dos planos construídos, o grito de “gol” estremecendo a casa quando o nosso time estiver ganhando… a cumplicidade em dividir os segredos.
Quer observá-lo sem camisa, jogando um videogame na sala… quer reclamar da bagunça no banheiro, rindo e gritando quando eu revidar puxando-a para o chuveiro, completamente vestida.
Quer a certeza de abrir a porta de casa e saber que mesmo ele não estando, chegará a qualquer momento trazendo uma torta de sorvete que você gosta tanto. Quer beijar, cheirar, morder, beliscar e apertar para ter certeza que a felicidade está ali mesmo… materializada nele.
Quer provar que pode me fazer feliz!
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